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Destaque Selectus nº 6559

Selo artesanal permite que produtos atravessem fronteiras

Queijo - A agroindústria Somacal, localizada na cidade de Farroupilha, no Rio Grande do Sul, iniciou suas atividades há 15 anos como um pequeno laticínio que produzia queijo colonial.

Fonte: Fonte: Canal Rural | Foto de capa: Imagem de PublicDomainPictures por Pixabay
Selo artesanal permite que produtos atravessem fronteiras

Hoje, a família Somacal trabalha com 250 quilos de queijo por dia, com todo o processo de produção feito à mão e máquina utilizada somente na pasteurização.

A produção de queijos coloniais, seguindo a tradição e valorizando a região, rendeu à família Somacal um dos primeiros selos de queijos artesanais, que foi regulamentado no ano passado.

Além da Queijaria Somacal, outras quatro queijarias do Rio Grande do Sul e duas de Minas Gerais também receberam a certificação.

Para receber o selo de queijo artesanal, o produto deve seguir características artesanais, com receita e processo que sigam a tradição e a valorização regional.

Além disso, deve se adequar às boas práticas, como o leite ser cru e o rebanho livre de tuberculose e brucelose.

A certificação de queijo artesanal garante a qualidade e a procedência do produto, permitindo que as agroindústrias possam expandir seus negócios no território nacional e até para o exterior.

A agroindústria Somacal, localizada na cidade de Farroupilha, no Rio Grande do Sul, iniciou suas atividades há 15 anos como um pequeno laticínio que produzia queijo colonial.

Hoje, a família Somacal trabalha com 250 quilos de queijo por dia, com todo o processo de produção feito à mão e máquina utilizada somente na pasteurização.

A produção de queijos coloniais, seguindo a tradição e valorizando a região, rendeu à família Somacal um dos primeiros selos de queijos artesanais, que foi regulamentado no ano passado.

Além da Queijaria Somacal, outras quatro queijarias do Rio Grande do Sul e duas de Minas Gerais também receberam a certificação.

Para receber o selo de queijo artesanal, o produto deve seguir características artesanais, com receita e processo que sigam a tradição e a valorização regional.

Além disso, deve se adequar às boas práticas, como o leite ser cru e o rebanho livre de tuberculose e brucelose.

A certificação de queijo artesanal garante a qualidade e a procedência do produto, permitindo que as agroindústrias possam expandir seus negócios no território nacional e até para o exterior.

Acesse aqui a matéria na íntegra                                                       

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