O fenômeno La Niña pode se dissipar nos próximos meses
Leite/América do Sul – O fenômeno La Niña e a esperada mudança climática para padrões neutros nos próximos meses continuam sendo o assunto do dia nos países do Cone Sul.

Para muitos produtores, no entanto, as chuvas podem não chegar a tempo. Contatos do Uruguai, Brasil e Argentina expressaram preocupações em relação à produção de leite. Fornecer ração continua sendo um dilema, e enquanto a seca continuar mantendo o solo seco na região, os custos se manterão elevados.
Existem informações de que a China começa retomar o interesse pelo comércio com a região, principalmente para a compra de lácteos em pó. Mas, por enquanto, o Brasil continua realizando os maiores negócios com os vizinhos.
Embora os mercados de commodities lácteas estejam instáveis em outras regiões competitivas, o Brasil retornou ao mercado no segundo semestre de 2022 e mantém o mercado regional estabilizado.
Mas existem algumas instabilidades políticas e climáticas à frente. Outra questão é a inflação e as flutuações cambiais, que causam impactos negativos no nível do consumidor individual.


















