A seca continua sendo uma preocupação na América do Sul
Leite/América do Sul – A seca continua sendo uma preocupação na América do Sul, principalmente no que se refere ao crescimento das culturas anuais, bem como a produção de leite no curto prazo.

As pastagens estão se deteriorando. Continuam chegando relatos do Uruguai e da Argentina sobre os efeitos do fenômeno La Niña na região. Grandes áreas permaneceram quentes e secas durante a maior parte do ano. Outras áreas da América do Sul, ao contrário, relatam chuvas excessivas e inundações. As expectativas em relação à produção de leite no primeiro trimestre de 2023 são variadas. Mas, de um modo geral, as perspectivas são de queda na comparação anual. Os custos operacionais nas fazendas flutuaram este ano, e com poucas possibilidades de melhoria do clima de imediato, a previsão é de que os custos de ração e fertilizantes permanecerão estáveis e muito provavelmente aumentem em 2023.
O comércio de leite em pó vem caindo de outubro para cá. O Brasil compensou o afastamento de três grandes parceiros comerciais da região, Argélia, China e Rússia, cujas compras diminuíram por diversos motivos. Contatos brasileiros dizem que as compras aumentaram por necessidade, devido às incertezas econômicas. Os vizinhos da América do Sul possuem grandes disponibilidades de queijo e leite em pó.


















