França – A Região da Bretanha adota estratégia para instalação e sucessão agropecuária
Sucessão – Calcula-se que, perto de um agricultor bretão, sobre dois se aposentará em 10 anos. A Bretanha apresentou na sexta-feira, 16 de dezembro, sua estratégia global e de parceria em favor da instalação e sucessão de atividades agropecuárias.

Grande região agropecuária europeia, a Bretanha possui 26.300 fazendas e 55.200 trabalhadores rurais dos quais, 36.400 são gerentes ou co-proprietários das fazendas. Ela se mantém como uma região pecuária e 63% das fazendas são especializadas na criação animal. Enquanto as instalações para produção sobre a terra fiquem estáveis, os projetos fora das atividades principais aumentam: hortaliças, ovinos, caprinos, equinos... 40% das instalações são orgânicas. Embora a dinâmica se mantenha em um nível elevado na Bretanha em relação às outras regiões, somente uma instalação em média é realizada para cada três aposentadorias. E são estimadas 1.500 aposentadorias por ano. Ao mesmo tempo, 2.500 candidatos iniciam todos os anos processos para instalação de um negócio, o que demonstra um potencial real.
Ajudar 1000 instalações por ano na Bretanha
Ao organizar as condições gerais para instalação e sucessão, a Bretanha pretende mobilizar todos os atores envolvidos e contribuir coletivamente para a renovação geracional no campo. E para atender esse objetivo, ajudar na instalação de 1000 unidades por ano no território até 2028, com o apoio de 6 grandes eixos:
- Melhorar a transmissibilidade das explorações agropecuárias;
- Acompanhar os projetos de instalação;
- Preservar, reestruturar e orientar a utilização dos solos agrícolas;
- Territorializar a instalação-sucessão com o apoio de Estabelecimentos Públicos de Cooperação Intermunicipal (EPCIs);
- Desenvolver uma estratégia de comunicação regional em favor de instalação e sucessão;
- Atrair e formar profissionais rurais.
“Nossa agropecuária deverá manter seu papel em matéria de soberania alimentar europeia, reunindo a transição agroecológica e garantindo melhor meio de vida para as agricultoras e agricultores. É um desafio imenso, e a Bretanha quer estar habilitada a superar os obstáculos com esta nova estratégia territorial”, concluiu Loïg Chesnais-Girard, Presidente da Região da Bretanha.
















