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Especiais Selectus nº 6193

Mercado futuro para o leite em pó integral (WMP) 

WMP – Depois da queda de 3,8% nas cotações do leite em pó integral (WMP no GlobalDairyTrade de 03 de agosto de 2021, fechando a US$ 3.598/tonelada, e na baixa dos preços dos contratos futuros nesta quarta-feira, fica consolidada as baixas no mercado futuro da Nova Zelândia (NZX), projetando perdas na ordem de 5% nos próximos meses.

Fonte: Fonte: OCLA – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de zwei chen por Pixabay
Mercado futuro para o leite em pó integral (WMP) 
Mercado futuro para o leite em pó integral (WMP) 
Imagem: OCLA 

Preço do WMP no mercado internacional

Os resultados do GDT 289 mostram alguns dados:

O volume total de produtos vendidos chegou a 22.249 (+0,84%)

Foram comercializadas 12.394 toneladas (+11,5%) de WMP.

Os principais destinos foram: Norte da Ásia 51,6%; Sudeste da Ásia e Oceania 28,7%; Oriente Médio 9,7% e outros destinos 10%.

Mercado futuro para o leite em pó integral (WMP) 
Imagem: OCLA 

Observa-se no gráfico a evolução da média mensal das cotações do Global Dairy Trade (GDT) desde julho de 2208 a agosto de 2021. Nos primeiros meses deste ano houve a forte elevação de preços do WMP chegando a US$ 4.224 começando logo depois, uma sistemática queda até chegar a US$ 3.598/tonelada (-14,8%). Os valores dos últimos meses, que eram os mais altos desde o final de 2013 e início de 2014, já começam a se alinhar com as cotações dos últimos 5 anos. De qualquer forma, este último valor está 12,5% acima da média do período analisado.

Mercado futuro para o leite em pó integral (WMP) 
Imagem: OCLA 

Os preços atuais e futuros do GDT podem ser acompanhados na tabela acima e no gráfico seguinte. Hoje, a comparação entre o preço GDT e da NZX mostra pela primeira vez em vários meses que os preços da bolsa de futuros da Nova Zelândia superam os do GDT.

Mercado futuro para o leite em pó integral (WMP) 
Imagem: OCLA 

Cabe ressaltar que os preços em geral das commodities lácteas acima da média histórica, não chegam às exportações da Argentina, e estas últimas baixas repercutem nos preços de exportação de nossos principais produtos. O mercado externo começa a perder a atratividade, com o agravante de que a esses valores deve-se descontar entre 9% e 4,5% dos direitos de exportação, adicionar restituições menores e sobretudo, converter em pesos, moeda que está significativamente em defasagem com as taxas de inflação há vários meses.   

Acesse aqui a matéria na íntegra

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