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Especiais Selectus nº 6149

NZ – Fonterra trabalha para retornar a coleta de leite

Enchentes/NZ – A Fonterra tem a expectativa de que a coleta de leite retorne ao normal nas próximas 24-36 horas, à medida que a água das inundações de Canterbury Plains comecem a baixar e iniciem as obras de reparação das rodovias.

Fonte: Fonte: FarmersWeekly - Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de Heather Murphy por Pixabay
NZ – Fonterra trabalha para retornar a coleta de leite

O fechamento da Ponte de Ashburton significa que precisará de uma via alternativa para o tráfego dos caminhões de coleta de leite.

A Fonterra trabalha em estreita colaboração com as autoridades para determinar quando sua frota de caminhões de coleta de leite poderão prosseguir ao longo da via SH72 ou outras rodovias para coletar leite das fazendas.

“Assim que alguma rodovia norte-sul e sul-norte seja reaberta, a coleta pode se tornar relativamente normal”, disse o gerente da Farm Source, Charles Fergusson.

Existem alguns ordenhadores de inverno e alguns que ainda estavam ordenhando da temporada passada.

“Um grande número de fazendeiros aproveitou a oportunidade para secar suas vacas um pouco antes do que o normal, mas ainda existem aqueles que não tiveram tempo para isso e continuam ordenhando por mais uma semana”, disse Fergusson.

“A partir de hoje (1º de junho) é possível que todo leite seja coletado. Durante a noite não conseguimos chegar a 100 fazendas ao sul”, acrescentou.

O leite é processado, principalmente, em Clandeboye e Studholme. A fábrica de Darfield foi fechada durante o inverno.

Os caminhões tanque da Fonterra saíram em 1º de junho coletando leite, e avaliando a situação das estradas da região, quanto à segurança.

Na avaliação de Fergusson, a maioria das fazendas pode armazenar o leite em seus tanques por alguns dias.

As instalações de Clandeboye foram evacuadas pela Defesa Civil no dia 31 de maio, e a fábrica só voltou a operar no final do dia.

“O desafio da noite anterior, foi o acúmulo de água, porque continuava chovendo, e fechamos as estradas principais. Avaliamos que o acesso às fazendas também tinham sido afetados, e o risco para os caminhões e seus motoristas nestas circunstâncias era muito grande”.

Fergusson disse que a cooperativa ficou em contato direto com os produtores para entender a situação e saber como poderia ajudar.

Também trabalhou junto com outras organizações agrícolas, como a DairyNZ, Federação dos Fazendeiros e o Ministério da Indústria Primária (MPI).

Ele ainda afirmou que ficou feliz que a inundação não tenha ocorrido em novembro, durante o pico de produção de leite. “Ordenhar vacas com alta produção, duas vezes ao dia, com um clima desses, teria sido muito pior”, disse ele.

A Synlait de Dunsandel, disse que seu foco imediato foi apoiar as diversas fazendas que fornecem para a companhia e que foram atingidas significativamente pelas enchentes. O Diretor Executivo da empresa, John Penno, disse que a água subiu de repente, mudando rapidamente a situação, o que exigiu um cuidadoso planejamento operacional de segurança. “Pensamos imediatamente em nossos fornecedores que estavam sendo afetados gravemente pelas enchentes. Nosso foco foi dar apoio a eles o melhor que pudéssemos, até que o tempo melhorasse”, disse Penno.

A coleta de leite está sendo um desafio, mas nenhum leite foi perdido até agora.   

Acesse aqui a matéria na íntegra

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