Argentina ocupa segundo posto nas compras de lácteos pelo Chile
Exportações/AR – A Argentina é o segundo fornecedor de lácteos para o mercado do Chile, com a venda de US$ 19 milhões de lácteos entre janeiro e março de 2021.

Dita cifra representou um incremento de quase 66% em relação a igual período do ano passado. Do total de lácteos adquiridos pelo Chile fora de suas fronteiras, os envios da Argentina ficaram perto de 17% do total.

Os dados surgiram do último boletim realizado pelo Observatório da Cadeia Láctea Argentina (OCLA), com base em dados publicados pela Federação Nacional dos Produtores de Leite do Chile (Fedeleche).
No Chile, a importação de lácteos subiu no primeiro trimestre de 2021 para US$ 113,2 milhões, cifra que representa incremento interanual de 44,5%.
Segundo o boletim do OCLA, com dados divulgados pelo Departamento de Estudos e Políticas Agrárias (ODEPA) do Chile, os lácteos procedentes da Nova Zelândia estão em primeiro lugar com 19,2% do mercado, superando a Argentina.
As importações de lácteos “kiwi” totalizaram US$ 21,7 milhões, o que representou crescimento de 8% em relação ao ano anterior.
No segundo lugar, a Argentina concentrou 17% do mercado, alcançando um faturamento total de US$ 19,2 milhões, o correspondente a um aumento de 65,9% na comparação com 2020.
Os Estados Unidos ficaram em terceiro lugar, com participação de 16,3% do mercado.
A importação de produtos lácteos é liderada pelos queijos, que concentram 70,4% do valor total entre janeiro e março de 2021, e um faturamento total de US$ 79,7 milhões, e subiu 65% em relação ao ano passado.
Em termos físicos, foram importadas 20.506 toneladas de queijos, crescimento de 68,6% quando comparado com o mesmo período do ano passado. O valor médio por tonelada ficou em US$ 3.891.
















