Pular para o conteúdo
TerraViva TerraViva®O site do agronegócio do leite desde 1995
Piracanjuba
Especiais Selectus nº 6060

Mapeando um futuro mais verde para os lácteos 

Lácteos verdes/RU – A indústria mundial de lácteos prospera. Graças a fatores como o crescimento populacional, urbanização, aumento da renda e a ocidentalização de dietas, a demanda por lácteos continua aumentando.

Fonte: Fonte: FoodBev - Tradução livre: www.terraviva.com.br / Foto de capa: CC BY 2.0
Mapeando um futuro mais verde para os lácteos 

Mas junto com o crescimento da demanda, vem o aumento dos níveis de produção. E para um setor que está constantemente em julgamento, os holofotes se voltam para as emissões dos gases de efeito estufa GEE, existindo pressões para tomar medidas imediatas que limitem o impacto das mudanças climáticas.

Identificando as oportunidades

A boa notícia é que, de acordo com a entidade inglesa Dairy UK, a cadeia de suprimento de lácteos do Reino Unido é considerada a líder mundial em desenvolvimento sustentável, e isso graças ao Programa Dairy Roadmap.

Lançado em 2008, e dirigido pelas entidades Dairy UK, National Farmers Unido (NFU) e o Comitê de Desenvolvimento da Agricultura e Horticultura (AHDB), o Dairy Roadmap reuniu toda a cadeia láctea (processadores, produtores de leite e outros elos da cadeia) para minimizar o impacto do leite e da produção de produtos lácteos no Reino Unido. Passados mais de 12 anos, houve um progresso importante e impressionante.

De fato, de acordo com o último relatório da Dairy UK, os processadores deram um grande passo no aumento da eficiência em todo o setor. Os resultados de 2020 mostram que eles aumentaram a eficiência energética em 20% (kwh/tonelada); diminuíram em 17% a emissão de carbono relacionada à energia por kg de leite (KgCO2/kg); aumentou em 20% a eficiência hídrica (m3/tonelada); reciclou e recuperou 94% dos resíduos das indústrias; e alcançou a média de 23% de conteúdo reciclado por peso em todas as embalagens.

Embora tudo isso seja bastante encorajador, o Dairy Roadmap reconhece que é um trabalho difícil e não está concluído. Se a meta do setor é atingir as ambiciosas metas para 2025 e contribuir para os objetivos do governo do Reino Unido de emissão ZERO de GEE até 2050, ainda existe um longo caminho a ser percorrido.

Eficiência energética

O Dairy Roadmap tem ambiciosos objetivos ambientais em toda a cadeia de suprimento, e isso está dividido em seis áreas: clima e energia, água, resíduos e reciclagem, biodiversidade, solo e qualidade da água. Dada a natureza de produção intensiva do leite, não é surpresa que a eficiência energética continue a ocupar um lugar de liderança na agenda dos processadores.

Dito isso, houve um forte progresso até agora, alcançando melhoria de 20% na eficiência energética. E esta não foi a única conquista. As indústrias se comprometeram com o plano de Descarbonização Industrial e Eficiência Energética do governo, que representa eliminar o uso generalizado de hidroclorofluorcarbono (HCFC) que destrói a camada de ozônio, maior eficiência de combustível, e eliminar motores Euro4 em frotas de entrega de produtos lácteos.

Então, qual é o próximo passo para a eficiência dos processadores? A promessa para 2025 é reduzir em 30% as emissões de carbono associadas ao processo de produção de laticínios. Para atingir essa meta, a indústria reconheceu que precisa adotar combustíveis mais limpos e verdes.

Adeus diesel, olá combustível verde

Até agora, a indústria de laticínios tem em sua cadeia veículos que dependem do petróleo, usando querosene, diesel e ou óleo combustível pesado (HFO) no meio rural. O petróleo é conhecido por ser um dos combustíveis menos eficientes, e preços voláteis. O petróleo libera níveis muito elevados de carbono para a atmosfera, e é, reconhecidamente, um dos combustíveis menos eficientes.

E, devido à sua natureza viscosa, as máquinas operadas com diesel, geralmente, requerem muita manutenção.

O que muitos não percebem é a simplicidade com que se pode mudar para alternativas mais limpas, como gás liquefeito de petróleo (GLP) ou gás natural liquefeito (GNL). Se as propriedades rurais o fizerem, reduzirão substancialmente as emissões e cortarão custos de energia. Os clientes Flogas relatam custos menores em até 22% após a mudança do petróleo para o GLP.

O GLP é tão abundante e confiável que é como ter suprimento de gás pela rede elétrica, além de possuir a menor pegada de carbono do que qualquer outro combustível fóssil, também emite muito menos poluentes, como óxidos nitrosos, óxidos de enxofre e partículas. Isso significa que ele está perfeitamente posicionado para desempenhar um papel fundamental na transformação do setor lácteo na redução da emissão de carbono.

Alimentação futura livre de carbono

O GLP e o GNL não são apenas fundamentais para atingir os objetivos do Roadmap Dairy para 2025. Nós, da Flogas, olhamos além disso. Nos esforçamos para fornecer aos clientes soluções de energia 100% renovável até 2040. Como todos nos movemos em direção ao Carbono ZERO de 2050 no Reino Unido, esperamos a introdução de gases verdes, como bioGLP e bioGNL, neutros em carbono para desempenhar um papel fundamental.

Para quaisquer emissões residuais e inevitáveis que não podem ser eliminadas na fonte, a compensação deverá ser o caminho.

Oferecemos a todos nossos clientes a chance de compensar até 100% do impacto de carbono do uso de gás, fornecendo o suporte necessário para os principais projetos ambientais.

Porque a Flogas?

A Flogas tem fornecido soluções pioneiras na área de energia há 35 anos, não apenas para a cadeia de laticínios, mas, para toda a indústria de alimentos e bebidas.  Esteja produzindo leite, manteiga, queijo ou qualquer outro produto lácteo, sua equipe de especialistas oferece soluções completas e prontas para uso que proporcionam os melhores resultados para o seu negócio.

Acesse aqui a matéria na íntegra

G100
Publicidade
Tirolez
Publicidade
Arla Foods Ingredients