Marcas precisam rever como retratam idosos, diz especialista
Idosos na publicidade - De acordo com a projeção populacional do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), em 2022 Curitiba terá mais moradores acima dos 60 anos do que crianças e pré-adolescentes até 14 anos. Segundo o levantamento, os idosos vão representar 17,16% da população da capital em 2002, projetada em quase dois milhões de pessoas.

É comum termos uma imagem dos idosos como frágeis, com dificuldade de aceitar novidades e incapacidade de aprender. Isso poderia ser verdade algumas décadas atrás, mas hoje em dia a terceira idade é cada vez mais ativa, inclusive como consumidores.
A coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Positivo (UP), Christiane Monteiro Machado, defendeu recentemente uma tese de doutorado sobre esse tema. Intitulada “Estereótipos e novos retratos do envelhecimento na publicidade – marcas brasileiras e o desafio de criar identificação com o público da terceira idade”, a pesquisa traz questões de como os idosos são representados na publicidade das marcas.
Para saber mais sobre as conclusões tese, a CBN Curitiba conversou com Christiane.
Foto da capa: Pixabay
















