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Globalização E Mercosul Selectus nº 6524

WWF – A população de 94% das espécies da América Latina está em queda

WWF – A diretora de Conservação do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) México e coordenadora de Conservação da América Latina e Caribe, María José Villanueva, e a coordenadora de Biodiversidade e Financiamento da WWF México e líder global de Áreas Protegidas y Conservadas, Lucía Ruiz, destacaram, através de um comunicado, que o mundo está diante da “hora zero” para encontrar um novo Marco para a Biodiversidade.

Fonte: Fonte: Nodal – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de Mystic Art Design por Pixabay
WWF – A população de 94% das espécies da América Latina está em queda

É a "última oportunidade” para adotar mudanças de forma a lidar com o planeta.

Uma semana depois de terem sido iniciadas as conversações, chega-se a um momento crucial em Montreal, e até agora, indicam que os líderes conservacionistas, os negociadores estão se concentrando em detalhes, em lugar de discutir pontos importantes para assegurar um acordo mundial ambicioso sobre a biodiversidade.

Assim, detalharam, chegou-se à fase ministerial com tensões sobre os mecanismos para a mobilização de recursos financeiros que sejam suficientes e ambiciosos, e dos quais dependeremos para adoção efetiva de um novo marco de conservação.

Fechar o Marco Global para a Biodiversidade – um equivalente ao Acordo de Paris para o Clima – representa uma oportunidade única para assegurar o ambicioso e transformador plano para deter e reverter a perda da diversidade biológica para 2030, em apoio à ação climática dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), disseram Villanueva e Ruiz.

Trata-se de um acordo no qual a WWF considera fundamental contemplar a conservação de 30% da superfície terrestre e marinha em 2030, restaurar os ecossistemas degradados e contar com os povos indígenas e as comunidades locais.

Também reclamam de financiamentos aliados a resultados positivos para a natureza.

Consideram urgente abordar o impacto negativo das finanças sobre os recursos naturais, aliando  os fluxos financeiros públicos e privados com práticas positivas para a natureza e as soluções baseadas nela, eliminando e reorientando os incentivos perversos, incluindo os subsídios prejudiciais.

"Segundo um recente boletim, o mundo gasta ao menos US$ 1,8 bilhões por ano, o equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, em subsídios que impulsionam a destruição da natureza e a extinção de espécies, financiando de fato, nossa própria extinção”, detalharam.

Acesse aqui a matéria na íntegra.

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