Indicador Antecedente sobe em maio
Indicador da economia - O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira® (IACE), publicado em parceria entre a FGV IBRE e The Conference Board (TCB), subiu 1,0% em maio para 94,7 pontos, após recuar mais de 16% no mês anterior.

A variação acumulada nos últimos seis meses também ficou negativa, em 20,2%. Das oito séries componentes, os três Índices de Expectativas - Serviços, Indústria e Consumidores – foram os que mais contribuíram positivamente para o resultado.
O Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, recuou 9,4% para 90,0 pontos, no mesmo período.
“A queda do ICCE em maio é a maior da série histórica do indicador, sinalizando fortemente o momento de retração do ciclo econômico”, segundo Paulo Picchetti do FGV IBRE. “Por seu lado, o resultado do IACE reflete as expectativas em relação à reabertura gradual das atividades, mas deve ser ponderado à luz da base de comparação extremamente baixa, e do elevado grau de incerteza relacionado à perspectiva de retomada nos próximos meses”, diz Picchetti.
O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados “ruídos”, colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.
















