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Globalização E Mercosul Selectus nº 5404

O dólar sobe na região e o Brent chega ao máximo desde 2014

Dólar – O dólar sobe na região e outro tanto sobe o Brent, ambas as altas implicam mudanças importantes nas regras do jogo, afetando as economias dos países, das empresas e dos lares. Tanto a moeda norte-americana como o barril de petróleo alcançaram valores que não se viam há muito tempo.

Fonte: TodoElCampo – Tradução livre: www.terraviva.com.br

Empurrados pela situação delicada do dólar na Argentina, o notinha verde parece ter se despertado dos quadros do Uruguai. Ontem ocorreu a terceira elevação consecutiva e chegou ao maior valor em 10 meses. No Banco da República o dólar estava sendo comprado a 29,75 pesos uruguaios, e vendido a 30,80 pesos uruguaios.

O dólar na Argentina

O dólar também voltou a subir na Argentina batendo o recorde ontem, de 23,13 pesos argentinos. “Incentivado pela demanda no varejo, e compras para cobrir grandes compromissos, a moeda norte-americana subiu 19 centavos, fechando em seu novo recorde, enquanto que as cotações no atacado subiram 32 centavos, e fechando em 22,70 pesos argentinos. Tudo ocorreu em um contexto de baixa oferta tanto de exportadores, como dos bancos que já reduziram suas posições na divisa, conforme exigido pelo Banco Central da República Argentina (BCRA)” relatou o jornal Ámbito

O dólar no Brasil

No Brasil o dólar também subiu, e foi reajustado em 0,72%, fechando a R$ 3,59. No começo de maio o câmbio brasileiro já havia acendido algumas luzes de alarme ao subir 1,33% e chegar a R$ 3,54 na venda, o que foi a maior cotação desde junho de 2016. Já a média da segunda semana de maio chegou a R$ 3,59. Os analistas atribuem “o nervosismo no mercado de câmbio também às previsões mais pessimistas em relação ao futuro político do país, onde haverá mudança presidencial em outubro”, informou a Agência Brasil de Notícias.

O petróleo Brent

O petróleo Brent também operou em alta. Começou maio em US$ 73,32 o barril e ontem fechou cotado a US$ 77,33, obtendo o maior valor desde novembro de 2014. Segundo analistas, a elevação pode ser explicada, em parte, pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter se retirado do acordo nuclear firmado em 2015, com o Irã.

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